• Informacoes Uteis2
  • Aeroporto


    Para evitar imprevistos no momento do embarque:

    • Em viagens nacionais, procure chegar com cerca de uma hora de antecedência, não menos.
    • Em viagens internacionais, chegue ao aeroporto com duas horas de antecedência (até três, em períodos de alta estação e feriados).
    • Não esqueça que a reconfirmação da reserva é obrigatória até 72 horas antes do horário de partida do avião, medida ainda mais indispensável se estiver retornando do exterior.
    • Antes de sair para o aeroporto, confira se a bagagem está dentro do limite de peso.
    • Leve algum dinheiro em espécie para o caso de ter que pagar taxa por excesso de peso ou volume extra.


    Telefones dos principais aeroportos do Brasil:

    São Paulo
    Guarulhos – 55 11 6645-2200/2945
    Congonhas – 55 11 5090-9000 

    Campinas
    Aeroporto Internacional de Viracopos
    55 19 3725-5000 / Fax: 55 19 3725-5183

    Rio de Janeiro
    Internacional – 55 21 3393-2288 
    Santos Dumont – 55 21 3814-7070

    Brasília
    Internacional – 55 61 3364-9114 

    Curitiba
    Internacional – 55 41 3381-1515 

    Joinville
    Aeroporto Nacional Lauro Carneiro de Loyola
    55 47 3417-4000 

    Navegantes
    Aeroporto Internacional Ministro Victor Konder
    55 47 3342-9200 

    Manaus
    Aeroporto Interncional Eduardo Gomes
    55 92 3652-1210 

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  • Alfândega

    De acordo com a legislação brasileira, todo viajante que ingressa ou sai do Brasil, com recursos em espécie, em moeda nacional ou estrangeira, em montante superior a R$ 10.000,00, é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Porte de Valores (e-DPV).

    No seu retorno ao Brasil, você pode trazer mercadorias, sem o pagamento de tributos, desde que estejam incluídas no conceito de bagagem, não permitam presumir importação com fins comerciais ou industriais e respeitem simultaneamente o limite de valor global e o limite quantitativo.
    O limite de valor global corresponde a:

    • US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via aérea ou marítima
    • US$ 300,00 (trezentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via terrestre, fluvial ou lacustre
    O limite quantitativo corresponde a:

    Na via aérea ou marítima
    a- bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;
    b- cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;
    c- charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;
    d- fumo: 250 gramas, no total;
    e- bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas ; e
    f- bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

    • Na via terrestre
    a- bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;
    b- cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;
    c- charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;
    d- fumo: 250 gramas, no total;
    e- bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 5,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas; e
    f- bens não relacionados nos itens“a” a “e”: 10 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.
    Além das isenções a que têm direito todos os viajantes em geral, você pode ter direito a isenções concedidas a viajantes em situações especiais. Verifique se é o seu caso.
    A isenção aplicável aos bens integrantes da cota de isenção só é concedida uma vez a cada mês, mesmo que o limite de valor global tenha sido utilizado parcialmente.
    Esses limites e condições aplicam-se inclusive aos bens trazidos por viajante não residente no Brasil, mesmo para presente.

    Bens a declarar

    Todo viajante que ingressa no Brasil, inclusive os tripulantes, qualquer que seja a via de transporte, e que tenha bens a declarar, é obrigado a se dirigir ao setor BENS A DECLARAR e apresentar à fiscalização aduaneira a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA).

    Os bens trazidos do exterior como bagagem acompanhada e que excederem a cota de isenção deverão ser relacionados na DBA e a eles se aplica o Regime de Tributação Especial para Bagagens, que sujeita o viajante ao pagamento do imposto de importação, calculado à alíquota de 50% sobre o valor excedente à cota de isenção.
    O viajante deve apresentar a fatura ou nota de compra, constando o valor de aquisição dos bens no exterior. Na falta desse documento ou no caso da sua inexatidão, o valor dos bens é determinado pela fiscalização aduaneira.
    O viajante deve obrigatoriamente preencher a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) e dirigir-se ao setor de "BENS A DECLARAR", quando estiver trazendo:

    I - animais, vegetais ou suas partes, sementes, produtos de origem animal ou vegetal, produtos veterinários ou agrotóxicos
    II - produtos médicos, produtos para diagnóstico in vitro, produtos para limpeza ou materiais biológicos
    III - medicamentos, exceto os de uso pessoal, ou alimentos de qualquer tipo
    IV - armas ou munições
    V - bens sujeitos a restrições ou proibições ou ao regime comum de importação
    V - bens aos quais será dada destinação comercial ou industrial, ou outros bens que não sejam passíveis de enquadramento como bagagem;
    VI - bens que devam ser submetidos a armazenamento para posterior despacho no regime comum de importação
    VII - bens sujeitos ao regime aduaneiro especial de admissão temporária quando sua discriminação na DBA for obrigatória
    VIII - bens cujo valor global ultrapasse o limite de isenção para a via de transporte
    IX - bens que excederem limite quantitativo para fruição da isenção
    X - valores em espécie em montante superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) ou seu equivalente em outra moeda
    Nos demais casos, o viajante não necessita preencher a DBA e pode dirigir-se ao setor "NADA A DECLARAR".

    O que é proibido trazer do exterior

    • Cigarros e bebidas fabricados no Brasil, destinados à venda exclusivamente no exterior;
    • Cigarros de marca que não seja comercializada no país de origem;
    • Brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir, exceto se for para integrar coleção de usuário autorizado, nas condições fixadas pelo Comando do Exército Brasileiro;
    • Espécies animais da fauna silvestre sem um parecer técnico e licença expedida pelo Ministério do Meio Ambiente;
    • Espécies aquáticas para fins ornamentais e de agricultura, em qualquer fase do ciclo vital, sem permissão do órgão competente;
    • Produtos assinalados com marcas falsificadas, alteradas ou imitadas, ou que apresentem falsa indicação de procedência;
    • Mercadorias cuja produção tenha violado direito autoral ("pirateadas");
    • Produtos contendo organismos geneticamente modificados;
    • Os agrotóxicos, seus componentes e afins;
    • Mercadoria atentatória à moral, aos bons costumes, à saúde ou à ordem pública;
    • Substâncias entorpecentes ou drogas.

    O que não pode ser trazido do exterior como bagagem

    • Objetos destinados a revenda ou a uso industrial;
    • Automóveis, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, trailers e demais veículos automotores terrestres, suas partes e peças;
    • Aeronaves e suas partes e peças;
    • Embarcações de todo tipo, motos aquáticas e similares e motores para embarcações e suas partes e peças.

    O que é permitido e isento de tributos

    São isentos de tributos os seguintes bens integrantes de bagagem de mão e despachada, acompanhada de viajante procedente do exterior:

    • Roupas e outros objetos de uso ou consumo pessoal
    • Livros, folhetos e periódicos
    • Outros bens, observados simultaneamente os limite de valor global (cota de isenção) e quantitativos

    Bagagem desacompanhada

    Bagagem desacompanhada é o conjunto de bens que chega do exterior ou a ele se destina, amparado por conhecimento de carga ou documento equivalente.
    Está sujeita às mesmas limitações da bagagem acompanhada. A bagagem desacompanhada deve provir do país ou dos países de procedência do viajante e chegar ao Brasil dentro do período de três meses anteriores ou até seis meses posteriores ao desembarque do viajante.

    Fora desse prazo, os bens sujeitam-se ao regime de importação comum para bagagens. A data do desembarque do viajante no Brasil é comprovada mediante a apresentação do bilhete da passagem, de declaração da empresa transportadora, ou do passaporte.

    O despacho aduaneiro de bagagem desacompanhada somente pode ser processado após a chegada do viajante e deve ser iniciado no prazo de até 90 dias contados da descarga dos bens, sob pena de ser considerada abandonada.

    Quando houver extravio de bagagem desacompanhada, o viajante deve solicitar o registro da ocorrência ao transportador, no momento do desembarque, e procurar a fiscalização aduaneira para visar esse registro, a fim de assegurar o direito de usufruir posteriormente a sua cota de isenção.

    Duty Free Shop

    O viajante pode adquirir, com isenção de tributos, nas lojas francas (duty free shops) dos portos e aeroportos, após o desembarque no Brasil e antes de sua apresentação à fiscalização aduaneira, mercadorias até o valor total de U$ 500.00. Esse valor não é debitado da cota de isenção de bagagem a que o viajante tem direito.

    Além do limite global de U$ 500.00, as mercadorias adquiridas nas lojas francas estão sujeitas aos seguintes limites quantitativos:
    • 24 unidades de bebidas alcoólicas, sendo o máximo de 12 unidades por tipo de bebida
    • 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira
    • 25 unidades de charutos ou cigarrilhas
    • 250g de fumo preparado para cachimbo
    • 10 unidades de artigos de toucador
    • 3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos

    Menores de 18 anos, mesmo acompanhados, não podem adquirir bebidas alcoólicas e artigos de tabacaria.
    Bens adquiridos nas lojas francas do Brasil, no momento da partida do viajante para o exterior, nas lojas duty free no exterior e os adquiridos em lojas, catálogos e exposições duty free dentro de ônibus, aeronaves ou embarcações de viagem têm o mesmo tratamento de outros bens adquiridos no exterior, passando a integrar a bagagem do viajante.

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  • Bagagem

    Bagagem de mão

    A bagagem de mão ou de cabine é considerada como bagagem não registrada, sob a inteira responsabilidade do passageiro que a transporta, sendo que, a soma das dimensões (altura, largura e comprimento) não pode ultrapassar 115 cm, incluindo rodas, alças, bolsos externos etc.

    As medidas máximas para cada dimensão são de 23 x 40 x 55 cm. Seu peso não deve exceder 5 kg.

    Remédios, jóias, dinheiro, documentos importantes, papéis negociáveis, chaves, celulares (desligados), acessórios ou outros objetos frágeis e de valor devem ser colocados na bagagem de mão, obedecendo sempre o peso e o tamanho permitidos.

    Exceto crianças até dois anos pagando 10% da tarifa, qualquer passageiro pode levar como bagagem de mão:

    • Uma bolsa de mão, maleta ou equipamento que possa ser colocado embaixo do assento do passageiro ou em compartimento próprio da aeronave
    • Um sobretudo, manta ou cobertor
    • Um guarda-chuva ou bengala
    • Uma máquina fotográfica pequena, um laptop e/ou um binóculo
    • Material de leitura para viagem em quantidade razoável

    Crianças de até dois anos pagando 10% da tarifa:

    • Alimentação infantil para consumo durante a viagem
    • Uma cesta ou equivalente (poderá também ser transportada no porão da aeronave)

    Passageiros incapacitados podem levar como bagagem de mão os artigos de que dependem, como muletas ou aparelho ortopédico, cadeira de rodas desmontável (este item faz parte da franquia da bagagem de mão, sendo, porém, colocada no porão).

    Essas regras valem para voos domésticos em aeronaves com mais de 50 assentos. Em aeronaves menores, cada empresa aérea tem regras específicas sobre dimensões e peso permitidos para bagagem de mão.

    O que é proibido na bagagem de mão

    Em voos internacionais ou trechos domésticos de voos internacionais os seguintes objetos não são permitidos como bagagem de mão:

    • Objetos pontiagudos, como: faca, canivete, estilete, alicate de cutícula, etc.
    • Fósforos e isqueiros cujo combustível seja gás, tipo maçarico (não podem ser transportados no interior de bagagens de mão e/ou bagagens despachadas)

    No caso de substâncias (líquido, gel, creme), a determinação da Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) para o transporte em bagagem de mão deve ocorrer da seguinte maneira:

    • O líquido deve estar em frasco de capacidade de até 100 ml. Frascos acima de 100 ml não podem ser transportados, mesmo que contenham a quantidade estipulada.
    • O passageiro deve acondicionar o frasco adequadamente (com folga) dentro de uma embalagem plástica transparente vedada, com capacidade máxima de 1 litro e tamanho máximo de 20 cm x 20 cm.

    Bebidas para consumo imediato (sucos, refrigerantes etc) adquiridas na área de embarque após a passagem pela inspeção aeroportuária devem ser ingeridas antes do embarque na aeronave.

    No caso de perfumes e bebidas adquiridos no duty-free, um profissional da própria loja deverá levar as mercadorias até a aeronave quando serão entregues ao passageiro.

    Todos os itens proibidos serão retidos pelos agentes de segurança do aeroporto.

    O passageiro com conexão a partir de algum aeroporto no Reino Unido não deverá adquirir nenhum tipo de líquido e/ou perfume no DutyFree, visto que, estes serão confiscados no momento de seu trânsito em Londres quando da checagem de segurança.

    O que é permitido na bagagem de mão

    • Mamadeiras e alimentos infantis industrializados (quando bebês e crianças estiverem viajando)
    • Medicamentos essenciais acompanhados de prescrição médica (deverá possuir o nome do passageiro para ser confrontado com o que consta no cartão de embarque)
    • Medicamentos essenciais que não necessitam de prescrição médica (colírio, solução fisiológica para lentes de contato etc, desde que não excedam 120ml ou 4oz)
    • Insulina e líquidos (incluindo sucos especiais ou gel) para passageiros diabéticos acompanhados de prescrição médica, desde que não excedam 148 ml (ou 5 oz)
    • Cosméticos sólidos (batons, protetor labial ou desodorante em bastão etc)
    • Aparelhos eletrônicos (laptop, câmera fotográfica, jogo portátil, celular etc)

     

    Bagagem despachada e franquias

    • Em voos nacionais:

    Nos voos domésticos, para bagagens despachadas no porão, cada Cia Aérea possui uma franquia específica, dependendo do bilhete comprado. Reforçamos a importância da verificação das condições da passagem na hora da compra e também quando for preparar suas malas, para que não haja cobrança de taxas extas inespeperadas na hora despachar suas bagagens no check-in. 

    Bagagens especiais, independente de estarem ou não dentro da franquia permitida ao passageiro, sofrem taxação extra de transporte de R$ 100,00 no balcão de check-in do aeroporto.

    Itens considerados bagagem especial: vara de pescar, prancha de surf, bicicleta, ski/snowboard, arco e flecha, kite surf, patinete.

    Itens não considerados bagagem especial, inclusos na franquia de bagagem: bolsa de golf, skate, bodyboard, bolas (vazias), patins.

    Itens que devem ser despachados como carga separada: caiaque, windsurf.

    Crianças até dois anos incompletos viajam gratuitamente, sem direito a bagagem, desde que no colo de uma pessoa maior de 12 anos. Crianças entre dois e 12 anos incompletos têm direito a até duas malas com peso total somado de 11,5 kg de bagagem.

     

    • Em voos internacionais

    Nos voos com destino a Europa, América do Norte, África do Sul e Ásia, o adulto ou criança, com assento reservado, tem direito a duas bagagens com 32 kg e dimensão (comprimento + largura + altura) de 158 cm cada uma, para todas as classes de serviços. O peso máximo para bagagens despachadas com conexões e/ou destino final Europa será de 32 kg por volume.

    Volume extra é admitido mediante pagamento de taxa por excesso (1% do valor do bilhete não promocional por quilo), porém deverá também respeitar a regra do peso.

    Qualquer volume que ultrapasse 32 kg deverá ser despachado como carga.

    Crianças de colo, com até 2 anos incompletos, podem levar um carrinho de bebê dobrável, uma cesta ou bebê-conforto e uma peça de bagagem respeitando as dimensões para aceitação de bagagens de mão, podendo despachar ou levar consigo.

    Animais são sempre pagos como excesso de bagagem, mesmo que não tenha excedido o limite permitido pela companhia aérea.

     

    Extravio de bagagem

    No despacho de bagagens, a empresa aérea entrega ao passageiro o comprovante da bagagem embarcada, indicando os pontos de partida e destino, além do número da etiqueta de bagagem, quantidade e peso.

    Em caso de bagagem extraviada ou danificada, reclame imediatamente ao representante da companhia aérea ou autoridade presente no local de retirada da bagagem. As companhias aéreas não aceitam reclamações posteriores.

    Para facilitar a identificação e localização em caso de extravio, o passageiro deve colocar etiqueta, por fora da bagagem, com nome, endereço completo e telefone.

    • Em voos nacionais

    A bagagem será considerada extraviada caso não seja entregue no seu ponto de destino. Quando isso acontece, deve-se procurar o representante da companhia aérea ainda no interior do setor de desembarque. O fiscal de Aviação da ANAC, localizado na Seção de Aviação Civil (SAC) nos principais aeroportos brasileiros, deve ser acionado em caso de problemas.

    Confirmado o extravio, a companhia aérea tem um prazo máximo de 30 dias para a localização e entrega da bagagem. Após esse tempo, o passageiro deve ser indenizado pela companhia.

    Como medida de prevenção, o passageiro pode declarar os valores atribuídos à bagagem, mediante o pagamento de uma taxa suplementar estipulada pela companhia. Neste caso, a empresa aérea tem o direito de verificar o conteúdo da bagagem – e o valor da indenização é o declarado e aceito pela empresa.

    • Em voos internacionais

    A Convenção de Varsóvia limita a responsabilidade da companhia aérea em U$ 20 por quilo de bagagem extraviada.

    O valor máximo de indenização para voos internacionais é de US$ 400.

    O passageiro também poderá optar por efetuar o despacho de seus pertences resguardando-se através de uma Declaração Especial de Interesse. Este documento discrimina minuciosamente o conteúdo da mala. Somente com esta declaração é possível ser indenizado integralmente, prevalecendo a responsabilidade da companhia aérea sobre os bens ali contidos.

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  • Direitos do Viajante

    Atraso ou interrupção de voo

    Atrasos de quatro horas ou mais nos voos permitem o endosso do valor do bilhete e de todas as despesas decorrentes do atraso ou da interrupção de voos pela companhia.

    Overbooking

    Ocorre quando são vendidos mais bilhetes do que a quantidade de lugares existentes no avião e, por conta disso, o passageiro é obrigado a esperar um próximo voo.

    Nestes casos, a companhia aérea é obrigada a oferecer ao cliente uma série de benefícios. A escolha pode ser feita por quantia em dinheiro ou serviços da própria empresa, como passagem adicional, upgrade para classe superior e pagamento de excesso de bagagem. Todas as despesas efetuadas devido ao imprevisto deverão ser pagas pela companhia aérea.

    As empresas, por sua vez, ganham o direito de recomprar lugares nos voos (para acomodar passageiros que precisam embarcar imediatamente), recompensando quem aceita deixar o avião.

    Atendimento a passageiros especiais

    Deficientes físicos devem avisar com antecedência quais suas necessidades e, obrigatoriamente, contarão com a assistência das companhias aéreas, aeroportos e empresas que prestam serviços auxiliares.

    O embarque destas pessoas é feito 20 minutos antes das demais, sua bagagem é considerada prioritária e se comprovado a necessidade de um auxiliar por impossibilidade física, tal acompanhante pagará 20% do valor da passagem.

    É permitido o embarque de cães-guias para o auxilio de deficientes nos voos, desde que apresentado atestado de sanidade do animal.

    Grávidas

    Gestantes com o parto previsto para até quatro semanas ou que tenham complicações previstas no parto devem apresentar atestado médico na realização das reservas.

    Grávidas cujo parto esteja previsto para os próximos 7 dias ou que tiveram seu parto nos últimos 7 dias, a contar da data da viagem, não são autorizadas a embarcar.

    Passageiros com problemas de saúde

    Pessoas com doenças contagiosas ou com problemas de saúde que possam agravar-se durante o voo precisam passar pelo setor médico da companhia, que determnará a viabilidade da viagem.

    A companhia deve ser avisada com antecedência sobre passageiros que viajem em macas ou que precisem de uma atenção especial durante o voo, sendo que elas só poderão embarcar acompanhadas de médico ou enfermeiro.

    Reclamações, sugestões e queixas

    Orientações do site da Agência Nacional de Aviação Civil: caso se sinta prejudicado ou tenha seus direitos desrespeitados, dirija-se primeiro à empresa aérea contratada, para reivindicar seus direitos como consumidor.

    É possível, também, registrar reclamação contra a empresa aérea na ANAC, que analisará o fato e, caso constate o descumprimento de normas da aviação civil, poderá aplicar sanção administrativa à empresa.

    Para reivindicar indenizações por danos morais e/ou materiais, consulte os órgãos de defesa do consumidor ou dirija-se ao Poder Judiciário.

    Para exigir essas indenizações é importante guardar o comprovante do cartão de embarque e os comprovantes dos gastos eventualmente realizados (alimentação, transporte, hospedagem e comunicação) ou documentos relacionados à atividade profissional que seria cumprida no destino.

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  • Transporte de Animais

    Levar animais em viagens requer o cumprimento de regras oficiais e também as impostas pelas empresas que farão o transporte. Portanto, se a intenção é ter o seu pet como companhia de viagem, planeje com antecedência, conheça as normas e providencie o necessário para uma jornada tranquila, para você, o animal e quem estiver por perto.

    Basicamente, para transportar animais no território nacional é necessário ter o Guia de Trânsito Animal (GTA), expedido por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão de desfesa sanitária dos estados. Como exceção, cães e gatos podem transitar no país, em viagens aéreas ou rodoviárias, sem a GTA, sendo obrigatório o porte de atestado de saúde emitido por médico veterinário inscrito no CRMV. No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).

    Já o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) é obrigatório nas viagens para o exterior (e na volta, expedido no país de procedência).

    No Brasil, o CZI só pode ser emitido por fiscal da Vigilância Agropecuária Internacional - Vigiagro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, segundo os modelos oficiais aprovados e acordados com as autoridades veterinárias dos países de destino dos animais.

    O CZI deve ser obtido na unidade do MAPA instalada no aeroporto de onde se origina o vôo do animal, no caso de transporte aéreo; na fronteira, no caso de transporte internacional terrestre; e no porto marítimo ou fluvial, no caso de transporte internacional marítimo ou fluvial.

    Avião: Para transporte aéreo, os animais devem viajar dentro de recipientes de acordo com o seu tamanho e porte. Fêmeas em período de gestação não são aceitas. A reserva deve ser feita no mínimo com 48 horas de antecedência. Cães e gatos de pequeno porte são permitidos na cabine de passageiros, desde que atendam parâmetros e exigências específicas de cada companhia aérea e não causem desconforto aos outros passageiros.

    Animais maiores normalmente viajam no compartimento de bagagens, com exceção de cães-guias que acompanham deficientes visuais.
    Em viagens internacionais, as companhias aéreas aplicam as normas da Associação Internacional de Transporte Aéreo que regem o transporte de animais.

    Trens: Alguns países permitem o transporte de animais em trens, em condições ditadas por leis oficiais e regras das companhias. Em geral, isso significa levar os animais em contêineres especiais ou com coleira e focinheira e ter o atestado de saúde. Muitas vezes, animais pequenos podem ser transportados sem custos, enquanto que os de maior porte podem custar metade do valor da passagem. Cães-guias viajam gratuitamente.

    Ônibus: De maneira geral, em ônibus só são permitidos animais de pequeno porte, dentro de recipientes apropriados ao seu tamanho e com vacinação em dia. As regras variam de acordo com a companhia e a legislação do país.

    Cruzeiros: Com exceção de cães-guias de deficientes, animais não são permitidos em cruzeiros, salvo concessão especial da companhia organizadora.

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  • Web Check-in

    Nacionais

     azul avianca  gol  latam 

    Internacionais

    aerolineas aircanada  AF british  

     

     
    delta  klm  tap luft   
    united swiss  saa     

     

     

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